Gerenciamento integrado das Inundações Urbanas no Brasil - Mind Map

Gerenciamento integrado das Inundações Urbanas no Brasil Mind Map
 
 
 
 

Gerenciamento integrado das Inundações Urbanas no Brasil - Mind Map

3 years ago by: RogérioColi
 
 
  • Artigo - Gerenciamento integrado das Inundações Urbanas no Brasil
    • Urbanização insustentável
      • 83% da pop. Brasileira estão nas cidades / sem planemento/ urbanização espontânea
      • Planejamento em áreas "ricas" mas ainda falho nas questões de infraestrutura(IE) de água e esgoto / esgoto nos rios
      • Consequências:
        • Sem IE de água e esgoto adequada
        • Frequentes inundações / impermeabilização do solo
        • canalização de rios (aumento da vazão em 7 vezes)
        • aumento da carga de resíduos sólidos
        • Poluição dos rios e nascentes próximas
    • Falhas da Gestão integrada dos RH urbanos
      • falta de conhecimento técnico e da população
      • visão setorizada/fragmentada do planejamento urbano - Água, Esgoto, Drenagem, Inundações, Resíduos sólidos, e saúde
      • Falta de capacidade Gerencial dos municípios - Problemas complexos não podem ser solucionados de forma simples e desintegrados
      • Tabela 1
    • Inundações Urbanas
      • inundação ribeirinha
        • associado ao processo natural e aleatório de transbordamento devido as questões topográficas e climatológicas
          • ocorrem em BH de médio a grande porte ( 500 km²)
      • inundação
        • urbanização e Drenagem urbana - Impermeabilização/canalização
          • ocorrem em bacias menores (1-100 km²) exceto metrópoles
      • Impactos
        • aumento da vazão média de cheia em até 6 vezes
        • aumento do volume superficial escoado
        • redução do escoamento subsuperficial e evapotranspiração
        • alteração na qualidade das águas
          • Pouição do ar precipita junto
          • lavagem das superfícies urbanas contaminadas
          • Resíduos sólidos, sedimentos e lixo urbano nas drenagens
          • Esgoto não coletado
        • estágios distintos da produção de material sólido na drenagem urbana conforme o desenvolvimento urbano
          • inicial: produção de sedimentos e pequena produção de lixo
          • intermediário:produção de lixo e de sedimentos
          • Final:Produção de lixo urbano
            • Frequencia de cobertura da coleta de lixo
            • frequencia da limpeza das ruas
            • forma de disposição do lixo pela população
            • frequencia da precipitação
    • Politica atual de Controle
      • a urbanização tem a tendencia de iniciar da jusante para a montante
        • Figura 1 - tendencia da ocupação do espaço
      • quando os loteamentos são iniciados, solicita-se somente que o projeto de esgoto pluviais seja capaz de drenar a água do loteamento
        • o poder público não controla a urbanização ou não amplia a capacidade da macro-drenagem o aumento da ocorrência das enchentes
        • O impacto do aumento da vazão máxima sobre o restante da bacia não é avaliado pelo projetista ou exigido pelo município.
      • Figura 2 Estágio de desenvolvimento da drenagem
        • Estágio 1 Ocupação com maior densificação a jusante, aparecendo locais de inundação devido ao estrangulamento do rio.
        • estágio 2: Primeiras canalizações executadas a jusante com base na urbanização --> faz-se do leito um "reservatório" pois a bacia não está totalmente densificada
        • Estágio 3: devido a pressão publica, continua-se o processo de canalização a montante. Quando o processo se completa, as inundações retornam a jusante devido ao aumento da vazão máxima média. Nesse estágio, as soluções convergem para o aprofundamento do canal que envolvem altos custos.
        • Este processo é prejudicial aos interesses públicos. A sociedade perde duas vezes: ao pagar pela obra ineficiente e pelo aumento das inundações
      • conjunto de processos que se origina no uso do solo e culmina com a aceleração do escoamento suerficial
        • A gestão municipal é realizada de forma totalmente setorial. Contemplam apenas a densificação urbana baseada no sombreamento e tráfego.
        • Atuando somente em problemas pontuais e nunca desenvolvendo um planejamento preventivo e indutivo.
    • Gerenciamento integrado
      • A visão
        • a Visão moderna envolve o planejamento integrado da água na cidade e incorporada ao plano de desenvolvimento urbano
        • Os componentes de manancial, esgotamento sanitário, resíduos sólidos, drenagem urbana, e inundação ribeirinha devem ser vistos dentro de um mesmo conjunto relacionado com a causa principal: OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO
        • também devem estar de acordo com o planejamento integrado da bacia.
        • A atuação preventiva reduz os custos da solução dos problemas relacionado com as águas.
      • Inter-relações / dificuldade para implementação do planejamento integrado --> capacidade institucional para enfrentar problemas complexos e interdiciplinares
      • espaço geográfico de gerenciamento
        • Aspectos externos ao município
          • Ampliam as inundações / contaminação do RH a jusante
          • Geralmente são regulados por legislação ambiental e de RH federal ou estadual.
        • Aspectos internos ao município
          • Atingem a própria população
          • Controle através de legislação municipal e ações estruturais
      • Lesgilações
        • Recursos hídricos
          • âmbito Federal ou estadual
          • Estabelecem outorga para uso da água, mas não legislam sobre a outorga de despejam de efluentes de Drenagem.
            • Não existe ainda exigência e pressão para investimento no setor para uma redução dos impactos resultantes da urbanização
        • Uso do solo
          • municipal
            • Zoneamento do uso do solo não é contemplado o aspecto das águas urbanas, apenas lesgilações restritivas quanto a proteção de nascente e ocupação de áreas ambientais
            • Limitar somente a permeabilização é uma medida ineficiente. Deve-se é limitar o aumento da vazão natural conforme países desenvolvidos
        • Licenciamento ambiental
          • Estabelece limites para a construção e operação de canais de drenagem
          • Industrias vs cidades
            • Os municípios não cumprem as legislações ambientais. As entidades estaduais não conseguem impor a legislação aos municípios. Diferentemente das industrias.
        • Gerenciamento de BH compartilhadas
          • O controle institucional da drenagem que envolve mais de um muncípio
          • Legislação municipal adequadas para cada cidade ou legislação Estadual que estabeleça os padrões a serem mantidos.
    • Gerenciamento sustentável
      • Busca de equilibrio entre legislação e e programa de investimento
        • Política
          • metas e princípios:
            • meta > redução da carga de poluentes
            • Visão integrada do esgotamento, drenagem e resíduos sólidos
            • distribuição dos custos para os responsáveis pelos impactos
            • participação publica no gerenciamento integrado
            • controle ambiental
        • Lesgilação
          • externa
            • O Plano de R.Hídrico deve estabelecer os critério para que o rio principal e seus afluentes atinjem níveis ambientalmente adequados de qualidade de água.
              • PNRH deve criar critérios específicos para a outorga de de efluentes nas legislações nacionais, devendo estes estar descritos nos Planos integrado de Esgotamento sanitário, Resíduos sólidos e drenagem urbana municipal
          • Interno
            • Plano integrado de drenagem urbana, Esgotamento sanitário, e R.Sólidos, respeitando os critério definidos no plano de BH
              • O plano deve ser concluído em 5 anos (até 200 mil hab.) e 10 anos para município menores e para a sua implementação mais 5 anos em ambos os casos
            • A implementação ficaria a cargo do comitê de Bacias
        • Elementos do sistema de gerenciamento
        • Financiamento
          • Do plano de BH
            • comitê de BH.
          • dos custos de implementação
            • Os custos de obras de controle da drenagem urbana em áreas com alagamentos são da ordem de 1-2 milhões de dolares o Km². Enquanto que se planejado o controle, através das legislações e medidas não-estruturais (controle) é praticamente inexistente. Geralmente a área necessária para controle é de 2 a 3% da área bacia
          • Criação de fundos para financiar as ações do plano, execução, bem como taxas de esgotamento, drenagem e resíduos sólidos a serem reinvestidos no município.
        • Gestão
          • desenvolvimento de um programa: federal com coperação dos estados
          • Fiscalização: pelo comitê de bacia e orgão ambiental estadual
          • desenvolvimento do plano integrado: implementação pelo próprio município.
          • Exemplo de interação técnico-financeira
    • conclusão
      • Desenvolvimento da drenagem urbana e dos outros componentes é insustentável
      • Principais dificuldades são:
        • Se o Governo não interferir não haverá uma solução adequada, pois quem produz impactos não é o que sofre com os mesmos.
        • Melhorar a formação de Eng. Sanitaristas -
        • maiores informações e participação efetiva pública
        • legislações efetivas e penalidades aos municípios que não participarem dos processos, na forma de corte e oferta de financiamentos, caso o contrário a adesão é mínima.
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